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Dólar tem maior queda em seis anos e fecha a R$ 2,14

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O dólar registrou queda histórica no Brasil hoje, com o mercado cambial animado pelas fortes altas nas bolsas de valores globais em reação ao plano da Europa de socorro a bancos de cerca de US$ 2,28 trilhões e a ação coordenada pelo Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) com os bancos centrais da Europa, da Inglaterra e da Suíça para prover dólares ao mercado interbancário atendendo o total da demanda. O Banco Central brasileiro hoje de medidas para liberar depósitos compulsórios das instituições financeiras num total de R$ 100 bilhões também foi bem recebido, embora não tenha diretamente efeito sobre as cotações do dólar, afirmaram operadores consultados. Essas ações sintonizadas levaram o dólar à vista a cair quase 8% e a BM&F a ampliar para 8% o limite de baixa do contrato futuro de dólar para novembro. O dólar comercial registrou queda de 7,76% e fechou cotado a R$ 2,14 - menor valor desde o último dia 3 de outubro, quando foi cotado a R$ 2,044, e também maior queda diári...

Especialistas esclarecem o que fazer diante da crise econômica

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Como agir e se planejar diante da crise? Especialistas consultados por Zero Hora esclarecem os questionamentos mais freqüentes dos leitores. Confira abaixo as perguntas e respostas: Eu quero importar um produto diretamente, faço isso agora? Espero? A decisão depende da cotação do dólar. Como é difícil prever se a moeda vai se valorizar ou perder força nos próximos dias, é uma opção sujeita a risco. Uma coisa é certa: a moeda não voltará tão cedo ao patamar de R$ 1,60. Se os produtos importados estão mais caros, quer dizer que as empresas podem aumentar os preços no Brasil também? Sim. Mas o desaquecimento da economia pode fazer com que evitem o aumento de preços para incentivar o consumo. Se a inflação pode aumentar, o Copom vai elevar o juro também? Provavelmente. Mas não existe consenso de que haverá aumento de preços. O Copom já vinha aumentando os juros e pode julgar que novos reajustes seriam um remédio amargo demais quando a economia mundial se desacelera. No curto prazo, economi...